sábado, 26 de abril de 2014

Circuito Skate Nuts Vertical Amador

Próxima etapa 3 de maio em Santo André


Após as duas primeiras etapas realizadas em Guaratingueta e Rio de Janeiro, a A.S.Z.S da continuidade ao Circuito Brasileiro de Skate Vertical Amador 2014.

Esta que sera válida pela 3ª etapa do circuito, acontece no dia 3 de maio na Urgh Tent Vert House na cidade de Santo André no ABC Paulista, onde já está confirmada a presença de grandes nomes do vertical nesta categoria como Pedro QuintasAugusto AkioGabriel Machado, Gustavo Fijikawa entre outros.

A categoria iniciantes também sera bem representada, com nomes como Victor Ikeda,Guilherme AlvesMatheus Hiroshi entre tantos mais que estarão disputando valiosos pontos para este ranking que terá mais duas etapas já confirmas

A próxima será no dia 30 de agosto em Belo Horizonte e a última encerra o circuito em grande estilo no tão almejado Half Pipe de São Bernardo do Campo no dia 6 de dezembro.

Mais informações no cartaz.
Por Vitor Sagaz

22/04/2014


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Eu vivo no mundo onde família se torna parente e estranho se torna família
Devido ao respeito e consideração que vão além da corrente sanguínea
Família é sinônimo de amor, paz, perdão e harmonia
Porém, o orgulho causa tristeza e afasta a alegria
Faz com que o ego passe por cima das origens e do sangue
Mas isso só faz sentido para quem se importa com quem está adiante
Pois família ultrapassa a barreira de marido, mulher e filhos
Vai além dos humanos, englobando os outros seres vivos.

Estrangeiros pedalam dos Estados Unidos ao Brasil para ver a Copa



Eles não estão preocupados com o preço das passagens de avião para ver os jogos da Copa. Nem em como conseguir descobrir como chegar nas cidades dos jogos de ônibus. Ike Manobla e Henry Flaig resolveram vir de São Diego, Califórnia, nos Estados Unidos, até o Brasil pedalando, para ver os jogos da Copa do Mundo.
Eles já estão há 5 meses na estrada e passaram pelo México, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Costa Rica e Panamá. "Eu tenho ingresso para os jogos dos Estados Unidos, contra Gana, Portugal e Alemanha. Vou passar por Natal, Manaus e Recife. Ike tem ingresso para um jogo em Cuiabá, Chile contra Austrália", conta Henry. O trajeto planejado no Brasil segue o rio Amazonas, saindo do Peru e passando principalmente por cidades pequenas.  
"Eu queria ir para a Copa do Mundo do Brasil desde que ela foi anunciada, há 5 anos. Não sei porquê, mas a paixão já estava dentro de mim anos antes de eu me comprometer a fazer essa viagem", diz o americano descendente de alemães. O frio na barriga começou com a classificação dos Estados Unidos, que não foi fácil. "Fui ver um dos jogos classificatórios, contra Costa Rica, disputado num dia de tempestade de neve. Tinha tanta neve que não dava para ver o gol do outro lado do campo. Mais um jogo, contra o México, e qualificamos. Eu pirei: não só ia para o Brasil, mas ia ver minha seleção jogar", empolga-se Henry.
A ideia original de Henry era fazer um mochilão, mas no meio tempo ele descobriu as viagens de bicicleta e se apaixonou. Conheceu o parceiro de viagem Ike, no curso de Turismo Sustentável, na Universidade do Estado do Colorado. Durante uma apresentação sobre formas alternativas de turismo, Henry comentou que pretendia ver a Copa do Mundo no Brasil de bike. "Ike 'pirou' na hora e falamos sobre a viagem depois da aula. Viajando de bike você tem a experiência completa. De avião e ônibus, você está tão rápido que perde a essência dos lugares." O projeto virou o Sustainably South, algo como "Rumo ao Sul de forma sustentável".
Como a viagem é frugal, os ciclistas não estão com medo da inflação dos serviços no Brasil, ligada à Copa. "Não somos turistas tirando duas semanas de férias do trabalho. Por algum tempo, viajar com orçamento baixo vai ser nosso estilo de vida", conta. "Vamos ver quando chegarmos aí. Mas o transporte é por força humana e acampamos todas as noites", conta Henry. "Muitas vezes pedimos para acampar no quintal e somos convidados para o jantar", conta. A aventura inclui dormir em lugares estranhos, como florestas, praias, desertos, montanhas, beiras de rio, campos, bombeiros ou quartéis, igrejas, casas de família e prédios abandonados. "Já dormimos até em arenas, telhados e até numa estufa." 
Claro que a hospedagem inusitada rende momentos únicos. Na Nicarágua, os ciclistas ficaram em uma fazenda de leite e ajudaram na ordenha. "Nesse dia, esprememos leite fresco direto no café. Não dá para ter esse tipo de experiência se você só fica em hotéis." Em Honduras, numa região muito pobre, alguém gritou do outro lado da estrada: "Querem uma cerveja?". O rapaz que ofereceu a bebida convidou os dois para jantarem na casa da família dele. "A família ficou fascinada, olhando a gente montando a barraca no quintal. Tinham pouco, mas ofereceram o que podiam." Por sorte, não passaram ainda por nenhuma situação difícil, embora tenham visto acidentes terríveis na estrada. No México, presenciamos um carro tombar na estrada e fomos parados 4 km à frente, acusados de ter causado o acidente. Os policiais saíram do posto armados e levou uns bons minutos argumentando até eles nos liberarem." Hoje ele e Ike dão risada do incidente, mas na hora, o medo de ter que subordar a polícia ou apanhar de amigos do motorista não deu trégua.
Sobre Brasil, eles sabem pouco. "Sei que é o quinto maior país do mundo, e que a religião oficial é o futebol", diverte-se Henry, que não está confiando que seu espanhol vá dar conta aqui e pretende aprender um pouco de português. Canhoto, ele costuma jogar de lateral esquerdo ou como zagueiro. Contrariando a impressão que se tem no Brasil de que o futebol não é muito popular nos Estados Unidos, ele segue a English Premier League, a Bundesliga e a Champions League e, em Colorado, torce pelo Colorado Rapids FC. "E quando os campeonatos europeus não estão rolando, eu acompanho o Brasileirão."
Louco por Copa, já viu o Brasil em campo. "Estava na Alemanha em 2006, e vi Brasil e Croácia no Olympiastadion. Foi insano! Foi incrível ver estrelas como Ronaldinho e Kaká ao vivo", conta Henry. Em 2010, ele estava morando na Alemanha, a trabalho, e deu sorte de pegar o mesmo fuso horário da África do Sul. "Depois do trabalho a gente sempre via os jogos mais importantes. Fiquei arrasado com a derrota dos EUA para Gana. Por outro lado, deu para curtir as vitórias da Alemanha até a semi-final".
A viagem já incluiu um trecho de veleiro. No Panamá, Henry e Ike foram até o porto e começaram a trocar ideia com os marinheiros locais para tentar conseguir uma carona até a Colômbia em troca de trabalho no veleiro. "Mas a 250 milhas do Panamá o motor pegou fogo e o navio começou a encher de água", conta Henry. Eles tiveram que abandonar o navio e foram resgatados por um petroleiro indiano. "Com isso, nos atrasamos em algumas semanas. Acabamos tendo que pegar um avião para Quito, senão ficaríamos atrasados demais."
Mesmo o atraso não deixou a viagem mais apressada. Sempre dá tempo de uma peladinha no meio do caminho. "No México, entramos na partida oficial de domingo dos times de uma cidadezinha no litoral. Os mexicanos eram mais rápidos e perdemos de 2x0, mas ganhamos cerveja das duas torcidas. Isso mostra um pouco como o futebol é capaz de unir pessoas." De quebra, eles levam uma bola para poder jogar onde estiverem. "Claro que às vezes estamos tão cansados do pedal que nem pensamos em jogar."
Embora os gringos não conheçam oficialmente o "jeitinho brasileiro", é nele que estão confiando para se virar por aqui. "Tenho certeza que na hora as coisas vão se resolver. Quem sabe um leitor aí queira nos hospedar?" Otimistas com a equipe americana, chutam que ela tem chance de vencer a Copa. "Os EUA estão num grupo interessante, em que qualquer um dos times têm chance de ir para a próxima fase. Mas se formos desclassificados, tudo bem. Ser torcedor é paixão, é isso mesmo. Ou você é ou não é, não dá para fingir. E daí que não somos favoritos? O importante é que estou fazendo a viagem da minha vida para ver essa Copa, e vou comemorar perdendo ou ganhando. Estou louco para chegar no Brasil."

Skatista usa ferro velho e cria obras de arte baseadas em esportes radicais


Uma ideia na cabeça, uma máquina de solda elétrica feita pelo próprio avô na mão e uma máscara de proteção. Pronto. Em menos de um dia, o que seria um monte de lixo para alguns se transforma em obras de arte que chegam a custar R$ 3 mil em galerias.

Assim é a rotina do skatista e artesão em ferro Marco Pinheiro, de 31 anos, que transferiu seu amor ao skate para peças exclusivas que atiçam o imaginário dos esportistas radicais a partir de materiais reciclados.

Surfe, wakeboard, mountainboard, stand up paddle, BMX, motocross, patins in line e mergulho são algumas das modalidades que já foram agraciadas com obras de Pinheiro, e acabaram por se transformar em troféus de grandes competições.

A ONG Social Skate, do skatista Sandro Testinha, recentemente presentou os campeões mundiais de skate como Sandro Mineirinho e Rony Gomes com esses "troféus" exclusivos em ferro, que hoje decoram suas estantes. E as encomendas não param de chegar. Cada peça custa a partir de R$ 150 reais, mas podem atingir R$ 2.500, dependendo do tamanho e grau de dificuldade da obra.

"Fazer uma peça é sempre um desafio", diz o artista morador na Zona Leste de São Paulo, que aceitou o teste da reportagem do UOL Esporte e reproduziu uma foto enviada de uma manobra de skate estilo livre , em uma estatueta metálica em menos de quatro horas. Postada nas redes sociais, a foto comparativa da manobra e da obra rendeu dezenas de comentários e curtidas de internautas.

Skatista a 17 anos, as peças produzidas por Pinheiro transmitem a sensibilidade do praticante e do fotógrafo, ao captar o momento exato do ponto crítico das manobras eternizadas em metal. "É o que eu mais gosto de fazer", diz.

Tudo a partir de uma matéria prima abundante nas metrópoles. São pedaços de ferros retorcidos, parafusos e peças metálicas abandonadas nas calçadas e até garimpadas em ferro velhos, que vão parar nas estantes de campeões, lojas e galerias de arte.

"Eu coleto o ferro em qualquer lugar, se estiver andando na rua e ver algo que me interessa já coloco na mochila", comenta o criativo artesão que já foi grafiteiro, porteiro e motorista de lotação, antes de seguir os passos do avô, que segundo ele "era um professor pardal" que inventava novidades a cada dia.

Suas primeiras peças, aos 12 anos, foram rampas e obstáculos para ele próprio andar de skate (as quais fazia escondido dos pais). Sua primeira obra artística foi um surfista com cabeça de parafuso. Hoje as peças - todas originais e exclusivas - têm acabamento refinado, são pintadas com spray e verniz e chegam a ter três metros de altura, como uma escultura de um mergulhador instalada em frente a uma loja de esportes náuticos.

Perguntado sobre o futuro, Pinheiro responde ao estilo Tony Stark (do personagem O Homem de Ferro). "Meus objetivos são viver bem e continuar fazendo o que eu gosto, ou seja, derreter eletrodos", ri.

Brasil tem duas atletas na lista das 50 maiores feras dos esportes radicais


Leticia Bufoni                                         Maya Gabeira                           

Uma surfista e uma skatista brasileira estão na lista das 50 maiores feras dos esportes radicais de acordo com a seleção proposta pelos especialistas do site XGames, da ESPN.
A skatista paulistana Letícia Bufoni aparece na terceira colocação da lista. Já a surfista carioca Maya Gabeira é a sexta colocada. A maior fera dos esportes radicais, de acordo com a lista da XGames, é a surfista australiana Stephanie Gilmore. A norte-americana Kelly Clark, do snowboard, ficou com o segundo lugar.
Leticia Bufoni foi escolhida em terceiro lugar por "ter o talento e atitude para ser uma grande força no esporte", disse a campeã de skate profissional americana Elissa Steamer, que defendeu o voto na brasileira. Bufoni saiu do Brasil para morar na Califórnia, aprendeu inglês e voltou ao Brasil para faturar uma medalha de ouro no X Games de Foz do Iguaçu, no ano passado.
Já Maya Gabeira ostenta a sexta posição por ter conquistado cinco troféus (quatro consecutivos) como melhor performance feminina no torneio de ondas grandes Billabong XXL. A publicação também comenta a queda espetacular de Maya em outubro do ano passado em Nazaré, em Portugal, e sua determinação em continuar a surfar ondas com mais de 10 metros de altura.
Das modalidades apontadas pela crítica (apenas esportes praticados no X Games), o snowboard teve o maior número de indicações, seguido do surfe e do esqui na neve com suas variações. Ainda foram computados esportes como skate (street, banks e vertical), BMX, motocross (FMX, enduro X) e rali.

Análise das condições do mar


NESTE FIM DE SEMANA, A ONDULAÇÃO GANHA FORÇA GRADATIVAMENTE DE SUL-SUDESTE COM ONDAS DE 1 METRO E MEIO A 2 METROS.
O VENTO SOPRA FRACO E PREDOMINA DE SUDOESTE DURANTE TODO O FIM DE SEMANA, VIRANDO PARA SUDESTE NA TARDE DE DOMINGO.
A ONDULAÇÃO SEGUE CONSISTENTE E DEVE MANTER CONDIÇÕES DE SURF NOS PICOS DE SUL ATÉ TERÇA E NOS PICOS DE SUDESTE ATÉ QUARTA.
POR HERBERT PASSOS NETO

Slater muda de marca depois de 23 anos e quer virar estilista de surfwear


Depois de 23 anos vestindo a mesma camisa, um dos maiores surfistas de todos os tempos  (onze vezes campeão mundial), o americano Kelly Slater, resolveu mudar de marca. Sai a Quiksilver, que estava com ele desde os 18 anos de idade, e entra no seu lugar o luxuoso grupo Kering, que ostenta marcas como Puma, Alexander McQueen e Bottega Veneta.

"A ideia é lançar uma marca que combine responsabilidade social, estilo e o amor por uma vida limpa", atesta o anúncio na própria página de Kelly Slater.

As aspiração de Slater por ter sua própria marca não vêm de hoje. Em 2012, ele desenhou uma coleção de modernas peças de viagem chamada VSTR (lê-se visitor, ou visitante, em tradução livre), sob o guarda-chuva da mesma Quiksilver. A VSTR oferecia uma moda básica em camisetas, bermudas e crochês para homens com mais de 20 anos, com preços um pouco mais alto do que a faixa tradicional de surfwear, e vinha uma tarja preta bem pequena com o logo da nova marca.

A linha foi descontinuada um ano após o seu lançamento, dentro da nova estratégia da Quiksilver de corte de custos, o que talvez tenha levado Slater a saída do seu quase "eterno" patrocinador.

Slater, hoje com 42 anos, "normalmente não segue tendências", diz Dave Rosenberger, executivo da marca Lost Enterprises, que trabalhou na mesma Quiksilver por 14 anos. "Ele sabe quem ele é, e como seu gosto não é algo pontual, ele pode muito bem usar hoje roupas que ele vestia em 1986 , sem nenhum problema. Slater tem a habilidade de preencher um nicho na indústria do surfe alimentada por uma galera que cresceu fora do eixo das marcas estabelecidas como as ditadas pela Billabong ou O'Neill. Algo mais outdoor, sustentável e com uma grande história por trás", avalia Rosenberger.