terça-feira, 25 de janeiro de 2011

As últimas notícias sobre "Nas Ondas de Noronha"

Equipe Golfinho, de Felipe Dylon, vence o  "Nas Ondas de Noronha 2"

 Equipe Golfinho comemora a vitória no "Nas Ondas de Noronha 2"
Foto: Thiago Correira/Globoesporte.com
Troféu ganho pela equipe dos "Golfinhos"
         

 
Pedalar, nadar, se orientar, fotografar embaixo da água e se equilibrar na prancha a remo. Foram dias intensos em Fernando de Noronha. Mas as três equipes do “Nas ondas de Noronha 2” conseguiram se superar e chegar ao último dia de provas com chances de vitória.

Ambientado no paraíso do surfe brasileiro, o reality show levou pelo segundo ano consecutivo 12 felizardos para disputas de tirar o fôlego durante o mês de dezembro. A integração entre os 12 participantes foi grande e eles foram divididos em três equipes, cada uma com um artista, dois surfistas profissionais - homem e mulher - e um internauta. Além de surfe, os participantes disputaram provas variadas ao redor da ilha, como mergulho, natação, stand up paddle (surfe a remo), trilha, corrida de bicicleta e muito mais.

A equipe "Golfinho",  formada pelo cantor Felipe Dylon, os surfistas profissionais Guilherme Tripa e Marina Werneck e o internauta Ademar Freire, foi a grande campeã da segunda edição do reality show "Nas Ondas de Noronha". Após uma semana de disputas emocionantes no paradisíaco arquipélago de Noronha, os "golfinhos" levaram a melhor sobre o time "Tubarão", do cantor Gabriel O Pensador,  que ficou   com a segunda posição, seguido da equipe “ Barracuda”  da ex-BBB Fani Pacheco.

A competição de surfe


O momento mais esperado pelos participantes chegou no penúltimo dia da viagem. Dentre as provas, a decisão final ficou para o surfe, mas o mar este ano não estava nada fácil. E se as condições do mar não eram as ideais, profissionais das ondas não tiveram do que reclamar. Quando ninguém esperava, lá veio Danilo Grillo, um especialista em tubos. “Achei que não ia pegar nada. Tinha levado o maior ‘vacão’ ”, comentou Danilo Grillo. E Binho Nunes não deixou por menos. “Um sorriso grandão, não acreditei”, disse Binho.


Foram quatro baterias de tirar o fôlego e levantar a galera na areia. Seriam computados para cada equipe os pontos dados pelos três juizes às duas melhores notas de cada atleta. No primeiro confronto, os internautas protagonizaram fortes emoções, com André marcando 28 pontos (em 60 possíveis) para a "Tubarão". Renato foi o segundo melhor, com 19,5, um ponto a mais do que Ademar, que não encontrou boas ondas. Na sequência, foi a vez de uma bateria de surfistas locais. Cada um representou uma das equipes. Udson marcou 35,5 pontos para a "Golfinho", enquanto Adaílton fez 33 para a "Tubarão" e Patrick totalizou 31 para a "Barracuda".



Após um intervalo, foi a vez de as mulheres entrarem na água para a bateria das surfistas profissionais. Debilitada desde o início da viagem por causa de uma faringite, Jacque teve que ir ao hospital no dia anterior e não conseguiu se recuperar a tempo para a competição. Resultado: Marina e Michelle entraram sozinhas na disputa e totalizaram, respectivamente, 20 e 14 pontos. As celebridades entraram em seguida com Gabriel pontuando 15,5 e Fani, que com bastante dificuldade mas com muita garra conseguiu pontuar 13,5. Porém,  Felipe Dylon acabou roubando a cena e com ótimas manobras o cantor marcou 29 pontos.


Foi demais! Sempre sonhei em vir surfar essas ondas perfeitas de Noronha. Foi uma experiência incrível. Além de ter convivido com grandes pessoas, pude conhecer esse paraíso e ainda fomos campeões. Melhor impossível - comemorou Dylon, que mostrou durante todo o programa muita habilidade sobre a prancha.



Felipe Dylon roubou a cena (Foto: Globoesporte.com


 Para fechar a competição com chave de ouro, os profissionais entraram em ação no melhor momento do mar. Destaque para Binho Nunes, que totalizou 50 pontos para a Barracuda, com dois belos tubos. Dono da melhor onda da bateria, Danylo Grillo também tirou um lindo tubo e marcou 40, 5 pontos, enquanto Guilherme Tripa, que competiu machucado, fez 37. No fim, virada e vitória da equipe "Golfinho", que totalizou 190 pontos. Com 182 pontos, a "Tubarão" ficou em segundo lugar, seguida pela "Barracuda", com 168.



Todos puderam apreciar pela TV no último domingo o show de imagens de “ Nas Ondas de Noronha 2”.  De tanta coisa impressionante e bonita vista no reality show, destacamos uma cena que marcou a viagem e que saltou aos olhos pela beleza plástica e pela habilidade do seu protagonista. Parabéns ao surfista profissional Binho Nunes e ao repórter cinematográfico Cleber Schittini. Assista vídeo abaixo.

 E que venha logo o “Nas Ondas de Noronha 3” !!!!


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

E vamos falar sobre SURF



Os primeiros relatos do surf dizem que ele foi introduzido no Havaí pelo rei polinésio Tahito. Mas, oficialmente, o primeiro fato concreto que revelou a existência do esporte foi em 1778, feito pelo navegador James Cook, que descobriu o arquipélago do Havaí e viu os primeiros surfistas em ação. Na época, o navegador gostou do esporte por se tratar de uma forma de relaxamento, mas a Igreja Protestante desestimulou por mais de 100 anos a prática do surf, alegando que os hawaianos eram muito preguiçosos e precisavam trabalhar mais.

O reconhecimento mundial veio com o campeão de natação e pai do surf moderno, o havaiano Duke Paoa Kahanamoku. Ao vencer os jogos Olímpicos de 1912, em Estocolmo, o atleta fez o mundo saber que ele era um surfista da praia de Waikiki, situada no arquipélago havaiano e que o surf era o ato de “cavalgar as ondas do mar”. Com isso o arquipélago e o esporte passaram a ser reconhecidos internacionalmente.

Após a vitória nas Olimpíadas, Duke divulgou a cultura do povo havaiano e introduziu o esporte nos Estados Unidos e na Austrália com grande sucesso. Na década de 50 o esporte popularizou-se na costa oeste dos Estados Unidos da América, tornando-se uma mania entre os jovens, principalmente nas praias da Califórnia. Durante as décadas de 70 e 80 o esporte se espalhou por todo o mundo, dando início ao profissionalismo e campeonatos com premiações em dinheiro. O sucesso do esporte foi tão grande que hoje em dia é um dos mais praticados em todo o mundo.

O surf, que inicialmente era praticado sobre uma tábua de madeira para melhor deslizar na água, é conhecido como o esporte dos deuses. Isso porque na Polinésia, somente os reis podiam pegar as ondas em pé. Aos súditos restava praticar o surf deitado, uma espécie de bodyboard.

Manobras de Surf


Rasgada: O surfista joga a rabeta da prancha para frente e vira o corpo para onda.
Aéreo: Quando o surfista decola sobre a onda e retorna com perfeição.
Cavada: O surfista vai até embaixo da onda e sobe para realizar uma manobra.
Tubo: O surfista fica dentro da onda, no meio do tudo. Esta é a principal manobra do esporte.
360º: Manobra em que o surfista dá uma volta completa com a prancha na onda.
Cut Back: O surfista adianta na onda e volta para dar a manobra na parte crítica.
Floater: Manobra em que o surfista flutua sobre a crista da onda.

 A data que homenageia os surfistas é 21 de janeiro, mas as atividades em sua comemoração começaram na quarta feira passada (dia 12). Por isto, quem estiver de férias no litoral paulista vai curtir o evento itinerante Surf e Praia Para Todos, que vai passar pelas principais praias neste verão. As atividades começam em São Vicente, na Praia Itararé, e seguem até março, finalizando o circuito no Guarujá. Em todos os locais serão oferecidas aulas de surfe, exposição sobre o tema e apresentação do Cinema Surf Open Air, com exibição a céu aberto de produções sobre o esporte. Tudo é gratuito. Acesse www.surfepraiaparatodos.com.br

Surf e praia para todos

* Aulas todos os dias às 9h, 11h, 15h e 17h.
**Mostra de Cinema, sempre às 20h , com a exibição dos seguintes filmes, na ordem indicada: The Drifter, 180º South, The Present, Under the Sun e Alive in Tahiti



Desafio do Esporte Espetacular une Surf e Reality Show em Fernando de Noronha

A disputa do 'Nas Ondas de Noronha 2' reúne surfistas profissionais, cantores, atletas amadores e até a ex-BBB Fani Pacheco. Tudo isso no clima do arquipélago paradisíaco de Fernando de Noronha.

Neste domingo, 23 de janeiro, no Esporte Espetacular, tem 'Nas Ondas de Noronha 2': uma disputa em um lugar paradisíaco. Fugir das lentes por lá foi quase impossível.

São 1,7 mil quilos de equipamento e 20 câmeras. "É uma coisa atípica no surfe. Está envolvendo uma mega produção", aponta o surfista profissional Binho Nunes.

Entre os competidores estão surfistas profissionais, cantores, atletas amadores selecionados pela internet e até uma ex-BBB: Fani Pacheco. São 12 participantes com históricos e personalidades completamente diferentes juntos durante uma semana em uma ilha.

É um reality show, um Big Brother em que a prova principal é o surf, e os competidores são vigiados de uma forma diferente. Câmeras nos bicos das pranchas entregam a tensão e revelam um balé sobre o mar. Detalhes simples, ou nem tanto.

Cacimba do Padre está emoldurada pelo morro Dois Irmãos. Uma onda perigosa. "Uma imagem em câmera lenta é tudo que uma imagem dentro d’água precisa ter para o público entender o que é passar por dentro de um tubo em Fernando de Noronha", diz o cinegrafista subaquático Gustavo Marcolini.

O surf em uma velocidade ainda mais fascinante onde tudo é registrado para ser observado por vários ângulos e ritmos.

A galera que curte o surf não pode ficar sem “espiar” o reality show de surf, este evento que vai rolar no próximo domingo e está prometendo “altas ondas e altas vibrações...” Vamos conferir!!!

(Fonte: Diário do Grande ABC e portoweb)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Documentário destaca trajetória do skate no Brasil



Quando se fala em skate profissional no Brasil, nomes como Bob Burnquist e Sandro Dias, o Mineirinho, são os primeiros a serem lembrados. A partir da trajetória destes - e de outros dois ícones do esporte no Brasil, Cristiano Mateus e Lincoln Ueda - o diretor Daniel Baccaro faz uma homenagem e narra a trajetória do skate no Brasil nos últimos 20 anos no documentário "Vida Sobre Rodas".



Ex-skatista, Baccaro baseou seu longa em depoimentos dos quatro skatistas profissionais, fotografias e imagens de acervo pessoal, e entrevistas com gente do meio, inclusive renomados skatistas americanos, como Christian Hosoi, astro das manobras feitas a alturas vertiginosas nos anos 80 e 90.

Jornalistas, skatistas e empresários fazem parte do grupo que retrata o cenário do skate no Brasil dos anos 80 até os dias atuais. Hoje a modalidade se firma como o segundo esporte mais praticado no país: de acordo com o IBGE três milhões de domicílios brasileiros têm pelo menos um skatista.

O resultado é um filme que possui a narrativa construída em depoimentos emocionantes e imagens de arquivo de verdadeiros heróis do skate brasileiro e mundial como: Thronn, Sérgio Negão, Jorge Kuge, Glauco, Daniel Bourqui, Christian Hosoi, Tony Hawk, Lance Mountain, Danny Way, Márcio Tanabe, Eduardo Badeco, Mauro Mureta, Léo Kakinho, Digo Menezes, Lemuel Dinho, entre outros, além dos quatro protagonistas.



"Foram seis anos para reunir o material todo e finalizar o filme. Quase achamos que não ia sair", brinca Sandro Dias, que aparece contando o início de sua paixão pelo skate aos 13 anos, na pista Ultra, em São Bernardo.




Para deleite dos fanáticos pelo esporte, o longa é um festival de belas manobras, e exibe fotografias que mostram em detalhes as expressões e movimentos dos skatistas. Quem nunca subiu num skate também vai encontrar razões para gostar do filme, que mostra a formação de uma tribo apaixonada pelo esporte e pela cultura, a rivalidade entre os diferentes tipos de skatista - ricos, pobres, especializados em street, e em pista - e a formação do atual cenário do esporte no Brasil.




Um dos momentos mais interessantes e divertidos do longa conta como a tribo reagiu à proibição do skate nas ruas de São Paulo em 1988, quando o então prefeito da cidade, Jânio Quadros, promoveu uma perseguição aos praticantes do esporte. A interferência de um outro político, Fernando Collor de Mello, também é mostrada do ponto de vista dos skatistas, que viram suas marcas patrocinadoras irem à falência e os campeonatos acabarem, em 1990, época em que Collor exercia seu mandato de presidente da República. As informações são do Jornal da Tarde.